Com alguma frequência,
escuto jovens bradarem aos sete ventos:
“NÃO QUERO FIRMAR RELACIONAMENTOS”;
“NÃO QUERO NAMORAR”;
“DEUS ME LIVRE DE CASAMENTO”;
“VOU SÓ CURTIR”;
“NÃO VOU TER FILHOS”;
“NÃO GOSTO DE COBRANÇA”;
“NÃO QUERO RESPONSABILIDADES”;
“VOU SÓ FICAR NA MINHA COM ESSE E AQUELE ROLO DE VEZ EM QUANDO.”
E, honestamente,
é um discurso até legal.
Parece até atraente de se agir assim.
Sendo uma ideia amplamente aceita entre jovens
como “aproveitar a juventude”.
Mas, só é legal,
até o primeiro filho,
feito com uma pessoa que também não quer levar nada a sério,
aparecer.
Em resposta:
Há pais que fogem,
e jamais assumem sua responsabilidade como pais;
e há mães que também não assumem sua responsabilidade como mães
e acabam transferindo a mesma para os avós da nova criatura.
Parece que a infelicidade generalizada
tem sua origem em pensamentos otimistas populares.
Pensamentos otimistas o suficiente,
para esperar que o caos deste mundo
sempre respeite os caprichos deles
e seus comportamentos inconsequentes.
Eu não respeito otimistas
de raciocínio curto.
