Às vezes, eu me sinto um último cético,

Num mundo cheio de maluco surtado em crenças sem noção.

Astrologia e seus mapas astrais,

deuses bons que esperam você pedir para te dar as coisas,

karma e as teorias de equilíbrio universal,

energias isso e aquilo,

bruxaria e outras coisas que envolvem feitiços,

gente metida a mago e feitiços de morte que nunca pegam,

wicca e sua relação suspeita com a natureza,

vibe e os regueiros/raveiros por aí,

horóscopo em todo lugar. 

Incrivelmente, em jornais, que são fonte de informação universal,

religiões africanas que se tornam populares por existir gente branca com sentimento de culpa,

espiritismo e suas conclusões para lá e para cá,

adivinhações e seus amores trazidos em 3 dias,

fantasmas e mortos que querem falar,

sonhos proféticos recebidos pelas oniscientes donas de casa,

pastores e outros iluminados por deus,

budistas no caminho de buda falando em níveis de energia.

É incrível.

Estão em toda parte.

Espalhados.

Uns são isto,

outros aquilo.

E, uma a uma, as pessoas do mundo se mostram irracionais demais.

EU ME SINTO NUM HOSPÍCIO.

NO MAIOR HOSPÍCIO.